capa: alimentação e sustentabilidade

A relação entre alimentação e sustentabilidade demonstra que a preocupação com os alimentos que ingerimos deve ir além de questões nutricionais e estéticas, por exemplo. Não que isso não seja importante, mas os impactos que a comida causa no planeta também são – e devem ser levados em conta.

Há quem diga, inclusive, que para uma alimentação ser considerada saudável, deve também ser sustentável. Afinal, ar limpo e água potável são essenciais para a nossa saúde e, se não escolhermos os alimentos corretamente, podemos estar contribuindo para a escassez ou até para o esgotamento desses recursos. 

Existe uma conexão entre tudo no Mundo e, por isso, é necessário ficarmos atentos ao que o nosso consumo está causando ao nosso redor, optando pela realização de escolhas mais sustentáveis. Então, ficou interessado(a) no assunto e quer saber mais? Continue ligado na leitura do conteúdo!

Índice

  • O que é sustentabilidade;
  • Alimentação e sustentabilidade;
  • 6 dicas para ter uma alimentação mais sustentável.

O que é sustentabilidade

O conjunto que reúne as ações e as atividades humanas que tem como propósito suprir as necessidades dos seres humanos sem comprometer a saúde do Planeta Terra e, portanto, o futuro das próximas gerações e até de si próprio, é o que se dá o conceito de sustentabilidade.

A sustentabilidade não é contra o desenvolvimento da economia, mas preza para que isso seja feito de uma forma que não agrida o meio ambiente, ou seja, com a utilização de recursos naturais de forma inteligente, diferentemente do que vem acontecendo e que pode levar à escassez ou ao esgotamento.

O tripé da sustentabilidade é baseado em três fatores: o social, o ambiental e o econômico. Para que a sustentabilidade aconteça de fato, esses três princípios precisam estar interligados, uma vez que dependem um do outro para que haja a harmonia do ecossistema. Veja a seguir mais sobre cada um deles:

  • Social: esse fato está relacionado com a busca do bem estar de toda a sociedade, respeitando os direitos e espaços do outro, onde a natureza está incluída;
  • Ambiental: o fator ambiental refere-se ao consumo responsável dos recursos naturais, reduzindo ao máximo os impactos negativos que podem ser gerados ao meio ambiente;
  • Econômico: a busca pelo crescimento econômico deve ser feita de maneira sadia, pensando sempre no curto, médio e longo prazo. A falta de programação nessa área pode ser prejudicial para si e para o planeta.

Alimentação e sustentabilidade

Quando escuta-se falar em sustentabilidade, é natural pensar em ações, como não poluir, economizar água, preferir fontes renováveis de energia, reciclar lixo, etc. No entanto, raramente é lembrado das práticas sustentáveis relacionadas à uma das atividades mais essenciais para viver, que refere-se ao ato de comer.

A produção de alguns alimentos, como é o caso dos derivados de animais, emite gases do efeito estufa de forma praticamente igual que a pegada de carbono ocasionada pelos setores de transporte rodoviário, aéreo e espacial juntos, segundo dados de uma publicação da Organização das Nações Unidas (ONU).

Além disso, áreas são desmatadas para a criação dos animais posteriormente abatidos e água e energia são utilizadas em grande escala. Ainda, os principais ingredientes necessários para a produção de ração – que serve como alimento – são a soja e o milho, cultivados como monocultura, que causa o desgaste do solo.

Tudo isso não afeta só o Planeta Terra e, sim toda à espécie humana, pois contribui para que haja aumento dos desequilíbrios e desastres ambientais. Também pode levar à escassez ou ao desgastamento total dos recursos naturais que são indispensáveis para a vida, como já comentado.

Sim, devemos passar a olhar para alimentação de uma forma mais ampla, observando como as nossas escolhas alimentares estão impactando ao redor. Precisamos avaliar, não apenas se um alimento irá suprir as nossas necessidades nutricionais, mas também se sua produção não será prejudicial ao meio ambiente.

6 dicas para ter uma alimentação mais sustentável

Como visto, a alimentação sustentável deve estar relacionada à produção de alimentos que não causam impactos negativos ao meio ambiente. No entanto, também deve ser acessível para toda a humanidade em quantidade e qualidade, por exemplo. Veja como isso é possível com as 6 dicas que separamos logo abaixo:

1. Prefira comprar alimentos locais e da época

Consumir alimentos da sua região, minimamente processados, que necessitam de poucos recursos naturais para serem cultivados, é uma ótima maneira de incentivar a agricultura local e familiar, aproximando a produção do consumo e, diminuindo, assim, os impactos ao meio ambiente também. 

Além disso, se os alimentos forem da estação, significa que não precisaram, necessariamente, de químicos para a aceleração do amadurecimento ou do crescimento, que causam malefícios a todos envolvidos. Vá a feiras e incentive os agricultores locais, principalmente para produzirem orgânicos, como você verá a seguir.

2. Valorize opções alimentares orgânicas

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 20 mil mortes são registradas todo ano pelo uso de agrotóxicos. Os orgânicos, por sua vez, além de não conterem agrotóxicos, são livres de transgenia, fertilizantes e pesticidas – outras substâncias ligadas a diversos problemas de saúde e dos solos.

Ainda, todas as fases do processo de produção dos alimentos orgânicos, que podem ser carnes, frutas, vegetais e até alguns industrializados, como biscoitos, massas e pães, são sustentáveis, ou seja, tem o objetivo de amenizar os danos causados ao meio ambiente. 

3. Evite alimentos processados e ultraprocessados

Quando pensamos em saúde, já sabemos que esses tipos de alimentos não refletem na melhor escolha, não é mesmo? Inclusive, essa informação está relatada no Guia Alimentar para a População Brasileira. No entanto, eles também não fazem bem para o meio ambiente por diversos motivos.

A conveniência do alimento industrializado fez com que a população deixasse de pensar nos impactos negativos que eles causam. Além de predisporem a doenças, são responsáveis pela geração de uma  grande quantidade de resíduos e requerem muita água e energia durante o processo de fabricação.

4. Escolha produtos com o menor número possível de embalagens

Se você deseja colaborar com a redução do acúmulo de resíduos na Terra, uma boa dica é adquirir alimentos não embalados ou que utilizam embrulhos em versões mínimas ou biodegradáveis. Assim, você também estará contribuindo para reduzir o desequilíbrio de ecossistemas, principalmente dos oceanos.

Embalagens com o selo eu reciclo certificam que há logística reversa do uso após o consumo, o que eleva as taxas de reciclagem no país. Você pode procurar por marcas que possuem esse selo, como é o caso da Ocean Drop. Conheça o nosso portfólio completo e exclusivo de superalimentos clicando aqui!

5. Aproveite 100% dos alimentos quando possível

A maioria das pessoas tem o hábito de jogar fora ou de não comprar alimentos que estão aparentemente feios, mas, na verdade, estão haptos ao consumo. Para ter melhor proveito e ajudar o planeta, é possível rever isso e utilizar pedaços e cascas que seriam descartados, tornando até uma refeição mais nutritiva.

Existem inúmeras receitas simples que utilizam caules, sementes, talos e folhas de diversos alimentos normalmente não utilizados. Que tal pesquisar algumas possibilidades para evoluir os seus dotes na cozinha, evitar o desperdício e economizar dinheiro? Uma opção você já encontrará mais abaixo!

6. Conheça o Movimento Segunda sem Carne

O Mundo ainda hipervaloriza a proteína animal, sem necessidade, pois no reino vegetal há uma grande variedade de fontes proteicas, como é o caso das sementes de abóbora e de girassol, das oleaginosas e da quinoa. Ainda, é possível encontrar fontes vegetais de minerais, como cálcio e ferro, por exemplo.

O Movimento Segunda sem Carne propõe a conscientização da população sobre os impactos que o uso de produtos de origem animal tem para o meio ambiente, convidando a descobrir novos sabores ao substituir a proteína animal pela vegetal, pelo menos, uma vez por semana.

Receita para aproveitar melhor os alimentos

Pão de casca de banana

Ingredientes:

  • 6 unidades de bananas com cascas;
  • 1 xícara de água;
  • 1/2 xícara de óleo;
  • 1 xícara de leite;
  • 1 ovo;
  • 30 g de fermento fresco para pão;
  •  1/2 kg de farinha de trigo;
  • 1 pitada de sal;
  • 1 colher de sopa de açúcar.

Modo de preparo:

  1. Leve e pique as cascas de banana e liquidifique-as com água;
  2. Misture o óleo, o leite, o ovo e o fermento e siga batendo a mistura no liquidificador;
  3. Transfira o conteúdo para uma tigela e acrescente aos poucos a farinha e o açúcar;
  4. Por sim, as bananas em rodelas e o sal à essa massa;
  5. Deixe crescer até dobrar de volume e leve para assar em forno pré-aquecido até dourar.

Gostou do conteúdo?

Agora ficou claro importância entre a relação de sustentabilidade e alimentação? Devemos cuidar de nós em paralelo com a matriz ambiental, pois pertencemos a um ecossistema.

Aproveite e continue lendo sobre A Função do Consumo Consciente em Tempos de Crise Ambiental!

A Ocean Drop é a única empresa no Brasil especializada em superalimentos do mar à base de algas e microalgas.

A Bloom Bits oferece plant-based vitamins para pessoas que buscam nutrição inteligente e um estilo de vida cada vez mais consciente.

Ambas apoiam projetos de proteção ao meio ambiente e, por isso, 5% dos lucros são investidos na proteção da natureza.

Ainda, 100% dos lucros da linha da causa, que inclui a Ocean Bag, o ECO copo e o Canudo de Bambu, são destinados para isso também.

Acreditamos que sozinhos somos uma gota, mas juntos formamos um oceano!

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