O que é vitamina D3 2000UI, benefícios e para que serve?

O que é vitamina D3 2000UI, benefícios e para que serve?

A vitamina D é mais que uma vitamina. Hoje, ela é considerada um hormônio que atua na saúde óssea, imunidade, musculatura, metabolismo e muito mais. Por isso, é necessário manter bons níveis de vitamina D em nosso organismo.

A concentração de vitamina D 2000UI é a dosagem máxima permitida para os suplementos sem a necessidade de prescrição médica. Vamos conhecer um pouco mais sobre esse nutriente indispensável para a saúde?

Índice

  • O que é vitamina D3 2000UI e para que serve?
  • Qual a diferença da vitamina D para a D3?
  • Qual vitamina D é boa?
  • Função da vitamina D3
  • Benefícios da vitamina D3 encontrados em estudos científicos
  • Riscos da falta vitamina D3 para a saúde
  • Sintomas da falta de vitamina D
  • Grupos de risco para falta de vitamina D
  • Exame para constatar a falta de vitamina D
  • O que causa a falta de vitamina D?
  • Alimentos ricos em D3
  • Suplemento de vitamina D3 2000UI
  • Vitamina D – dose recomendada
  • Melhor horário para tomar vitamina D
  • Perguntas frequentes

O que é vitamina D3 2000 UI e para que serve?

A vitamina D3 é uma vitamina lipossolúvel (solúvel em gordura), considerada um hormônio esteroide, o que faz dela diferente das demais. Ela é produzida no corpo através da ação fotolítica na pele com ajuda do colesterol e dos raios solares. Por isso, o nutriente também é conhecido como “vitamina do Sol”.

Essencial para o funcionamento adequado do organismo, a vitamina D serve para auxiliar na formação de ossos e dentes, na absorção de cálcio e fósforo, no funcionamento do sistema imune e muscular, na manutenção dos níveis de cálcio no sangue e no processo de divisão celular.

O nível máximo liberado pela Anvisa para consumo de vitamina D em adultos é 2000 UI, o mesmo que 50 mcg. Sendo assim, suplementos com essa concentração da vitamina são chamados de vitamina D3 2000 UI.

QUAL A DIFERENÇA DA VITAMINA D PARA A D3?

Na verdade, existem duas principais formas ativas da vitamina D – e a vitamina D3 é uma delas. A outra forma de vitamina D ativa é chamada de vitamina D2, sendo diferenciada da D3, principalmente, pelas fontes alimentares. Saiba mais:

  • vitamina D2: também chamada de ergocalciferol, está presente em algumas plantas, cogumelos e leveduras;
  • vitamina D3: denominada igualmente como colecalciferol, é encontrada em fontes animais, como peixes gordurosos e gema de ovo.

QUAL VITAMINA D É BOA?

Estudos indicam que a vitamina D3 apresenta melhor ação no organismo quando comparada à D2. Por esse motivo, a escolha dos médicos e nutricionistas tem sido, em maioria, o colecalciferol para suplementar vitamina D.

O colecalciferol é quase duas vezes mais potente que o ergocalciferol no aumento da 25(OH)D sérica, quando administrado por via oral.

FUNÇÃO DA VITAMINA D3

A vitamina D3 tem a função de auxiliar na formação de ossos e dentes, na absorção de cálcio e fósforo, no funcionamento do sistema imune e muscular, na manutenção dos níveis de cálcio no sangue e no processo de divisão celular.

BENEFÍCIOS DA VITAMINA D3 ENCONTRADOS EM ESTUDOS CIENTÍFICOS

1. Relacionados à saúde óssea e prevenção de dores nas costas

Por atuar diretamente no metabolismo do cálcio, os benefícios mais conhecidos da vitamina D estão relacionados à saúde dos ossos. 

Um estudo examinou a associação entre os níveis de vitamina D e os sintomas de dores nas costas em mulheres na pós-menopausa. Os pesquisadores descobriram que aquelas que possuíam deficiência de vitamina D eram mais propensas a terem fortes dores nas costas que limitavam suas atividades diárias, isso devido a menor densidade óssea.

2. Relacionados à saúde do coração

Evidências têm associado a falta de vitamina D com uma variedade de doenças cardiovasculares, visto que ela é importante para o controle das contrações do coração e para o bombeamento de sangue no corpo.

A deficiência de vitamina D parece ser comum no infarto agudo do miocárdio (IAM) e estudos preliminares indicam uma possível associação entre essa deficiência vitamínica com prognóstico do IAM a curto e longo prazo. Além disso, a hipovitaminose D parece predispor a eventos cardíacos adversos recorrentes, devido à sua associação com o número de artérias coronárias acometidas, com as complicações do IAM e com o remodelamento cardíaco.

3. Relacionados à força muscular

O tecido muscular apresenta diversos receptores de vitamina D e, por esse motivo, ter força também pode depender de níveis adequados de vitamina D. Inclusive, pessoas com deficiência grave do nutriente costumam apresentar quadros de fraqueza muscular, além de miopatia, uma condição que abrange diversas complicações nos músculos.

A miopatia produzida por deficiência de vitamina D apresenta quadro clínico característico de dor muscular difusa e fraqueza dos músculos proximais, especialmente dos antigravitacionais (extensores, flexores e abdutores do quadril e extensores e flexores do joelho), produzindo dificuldades na marcha e em atividades mais simples como se levantar de uma cadeira, de acordo com o estudo Papel da vitamina D na função neuro-muscular.

4. Relacionados à disposição

A indisposição tem muitas causas – e a falta de vitamina D no organismo é uma delas. Caso você esteja precisando de uma ajuda extra para melhorar sua energia diária, saiba que você pode estar com deficiência de vitamina D, e a suplementação se faz mais que necessária.

Um estudo avaliou uma pessoa do sexo feminino que se queixava de fadiga diurna crônica e dores de cabeça e encontrou níveis de concentração de vitamina D de apenas 5,9 ng / ml no seu sangue. Um valor extremamente baixo, levando em conta que qualquer valor abaixo de 20 ng / ml já é considerado deficiente. 

Ao tomar um suplemento de vitamina D, o indivíduo do sexo feminino aumentou seu nível da vitamina para 39 ng / ml e seus sintomas desapareceram

5. Relacionados ao fortalecimento da imunidade

Estudos mostram que a vitamina D tem ação direta sobre células importantes do sistema imune, como os linfócitos. Portanto, mais um dos efeitos positivos de manter a vitamina D em níveis ideais no corpo é a contribuição para o fortalecimento da imunidade.

Inclusive, vários estudos (Kana Ram Jat e Mathias W Pletz et al.) têm mostrado uma ligação entre a deficiência de vitamina D e infecções das vias respiratórias, como resfriados, bronquite e pneumonia. 

6. Relacionados ao controle de açúcar no sangue

A vitamina D é importante tanto na prevenção quanto no tratamento da diabetes. Isso se dá porque níveis baixos do nutriente estão associados à resistência insulínica, que resulta no  aumento de açúcar no sangue, predispondo ou piorando casos de diabetes tipo 2.

Uma revisão da literatura sobre a deficiência de vitamina D no Diabetes Mellitus concluiu que a hipovitaminose D é um achado constante em pacientes que apresentam diabetes mellitus e que essa relação é inversamente proporcional ao tempo e ao agravamento da doença.

7. Relacionados à redução de morbidades na gestação e lactação

A deficiência de vitamina D é frequente em gestantes de alto risco, segundo um estudo publicado pela Revista Paulista de Pediatria. Garantir os níveis adequados do nutriente é, portanto, uma medida para reduzir morbidades na gestação e na lactação, além de proteger o bebê contra posteriores impactos.

8. Relacionados à prevenção de doenças autoimunes

Esclerose múltipla, doença inflamatória intestinal, lúpus, artrite reumatoide e diabetes são doenças autoimunes associadas à deficiência de vitamina D (Cláudia Diniz Lopes Marques et al.). Esse é mais um dos motivos que justifica a importância de manter os níveis ideais do nutriente!

9. Relacionados à fertilidade

Já existem evidências mostrando que a vitamina D oferece benefícios para a saúde reprodutiva. Estudos observacionais relataram que sua falta é um marcador de risco para a fertilidade reduzida e outros resultados adversos da gestação.

A avaliação dos níveis séricos de vitamina D e a correção da sua deficiência devem ser considerados no contexto da infertilidade humana e da procriação medicamente assistida, pois podem melhorar a sua eficácia, de acordo com o estudo Correlação entre a Vitamina D e o Sucesso Reprodutivo.

10. Relacionados à cicatrização de feridas

A cicatrização lenta de feridas após uma cirurgia ou lesão pode ser um sinal de que seus níveis de vitamina D estão muito baixos. Uma publicação sugeriu que a suplementação de vitamina D pode demonstrar benefícios importantes para melhorar a cicatrização e a regeneração de feridas. Isso porque, o estudo sugere que a vitamina aumenta a produção de compostos que são cruciais para a formação de novos tecidos, como parte do processo de cicatrização de feridas.

11. Relacionados ao autismo em crianças

A literatura abordada nesta revisão evidenciou que há correlação entre Transtornos dos Espectros Autistas (TEA) e baixos níveis de Vitamina D, no entanto, mais estudos são necessários.

Riscos da falta de vitamina D3 para a saúde

As consequências da falta de vitamina D podem ser muito sérias, levando a graves problemas de saúde, como:

  • raquitismo em crianças;
  • osteomalácia;
  • osteopenia;
  • osteoporose e, consequentemente, fraturas ósseas;
  • perda severa dos dentes;
  • fraqueza muscular;
  • doenças cardiovasculares;
  • doenças infecciosas;
  • alterações da função cognitiva;
  • doenças inflamatórias;
  • cicatrização lenta;
  • imunidade baixa;
  • asma.

Alimentos ricos em D3

Para repor vitamina D no corpo, é indicado consumir alimentos fontes, como:

  • óleo de fígado de bacalhau;
  • peixes gordurosos (salmão, atum e sardinha, por exemplo);
  • ovos;
  • manteiga;
  • fígado;
  • cogumelos.

A vitamina D está presente, principalmente, em alimentos de origem animal. Sendo assim, não é possível encontrá-la em frutas e verduras, assim como em outras fontes vegetais, como grãos e leguminosas. 

SINTOMAS DA FALTA DE VITAMINA D

Os sintomas costumam aparecer só quando a deficiência de vitamina D está em um nível mais grave. Conheça alguns:

  • baixa imunidade;
  • fadiga sem motivo aparente;
  • dores nas costas e nos ossos;
  • desânimo constante;
  • problemas de cicatrização;
  • perda de cabelo;
  • dor muscular.

GRUPOS DE RISCO PARA FALTA DE VITAMINA D

  • Idosos;
  • pacientes com osteoporose;
  • grávidas;
  • pessoas que têm dificuldade em tomar Sol no dia a dia.

EXAME PARA CONSTATAR A FALTA DE VITAMINA D

A deficiência de vitamina D no organismo pode ser identificada através de um exame de sangue chamado 25(OH)D e acontece quando níveis menores de 30 ng/mL aparecem nos resultados.

O QUE CAUSA A FALTA DE VITAMINA D?

A deficiência de vitamina D é mais comumente causada pela falta de exposição solar. Além disso, quando há carência na ingestão de vitamina D através da dieta e determinados distúrbios no organismo.

ALIMENTOS RICOS EM D3

Para repor vitamina D no corpo, é indicado consumir alimentos fontes, como:

  • óleo de fígado de bacalhau;
  • peixes gordurosos (salmão, atum e sardinha, por exemplo);
  • ovos;
  • manteiga;
  • fígado;
  • cogumelos.

A vitamina D está presente, principalmente, em alimentos de origem animal. Sendo assim, não é possível encontrá-la em frutas e verduras, assim como em outras fontes vegetais, como grãos e leguminosas. 

SUPLEMENTO DE VITAMINA D3 2000UI

O próximo lançamento da Ocean Drop está no formato de gotas e apresenta alto teor de Vitamina D3 – 2.000 ui por gota. Você também pode consumir conforme a recomendação do seu médico ou nutricionista.

VITAMINA D - DOSE RECOMENDADA

A recomendação diária de vitamina D varia de acordo com o estágio de vida. O UL (Limite Superior Tolerável de Ingestão), de acordo com as DRIS (Dietary Reference Intakes), está indicado abaixo:

  • 0 a 12 meses: 25 μg;
  • 1 a > 70 anos (crianças, homens e mulheres): 50 μg;
  • gestantes e lactantes: 50 μg.

MELHOR HORÁRIO PARA TOMAR VITAMINA D

Para a melhor absorção do organismo, é indicado ingerir a vitamina D, de preferência, durante o almoço ou jantar com uma fonte de gordura. É importante lembrar que o Suplemento de Vitamina D3 2000UI da Ocean Drop já vem com uma fonte de gordura para melhorar a absorção.

FAQ

Vitamina D engorda?

Não. Até o momento não existem estudos mostrando essa relação.

Referências

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