o oceano como fonte alimentar: capa

O oceano como fonte alimentar oferece inúmeras opções altamente nutritivas, repletas de vitaminas, minerais e ácidos graxos essenciais – e tem grande importância sociocultural e econômica.

No dia 8 de junho é comemorado o Dia Mundial dos Oceanos e, na Ocean Drop, realizamos a Semana dos Oceanos para celebrar tamanha importância que eles têm para todos nós. 

Você sabia que, graças à presença dos oceanos em nosso Planeta, foi possível o surgimento das primeiras vidas na Terra? E é graças a eles também que podemos habitar por aqui até hoje!

Para te deixar por dentro do assunto e te conscientizar sobre a relevância de preservar os oceanos, preparamos este conteúdo especial! Fique ligado na leitura, aqui você aprenderá sobre:

  • A importância dos oceanos para a vida na Terra;
  • O oceano como fonte alimentar;
  • Como ajudar a preservar os oceanos.

A importância dos oceanos para a vida na Terra

Um estudo realizado pela NASA no ano de 2019, reproduziu em laboratório como os “ingredientes para a vida” podem ter se formado nas profundezas dos oceanos, há cerca de 4 bilhões de anos.

A pesquisa foi publicada na revista PNAS da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos, na qual os cientistas removeram o oxigênio da mistura utilizada porque, ao contrário de hoje, havia muito pouco nos oceanos.

As grandes suspeitas para o surgimento do oxigênio na Terra são as primeiras formas de vida simples que se formaram, com destaque para as cianobactérias. Ou seja, o oceano permitiu – e é o que ainda permite – que a Terra seja habitável.

oceano como fonte alimentar: cianobactérias
Cianobactérias, também conhecidas por formar os "tapetes azuis ou verdes" em lagos e oceanos.

Os oceanos cobrem mais de 70% da superfície do Planeta e somam cerca de 97% de toda água existente. O oxigênio que respiramos, a água que bebemos e o alimento que ingerimos nos conectam com os oceanos!

Eles têm grande importância ecológica, econômica, política e sociocultural. Os oceanos influenciam nas condições meteorológicas e servem de lar para a maior diversidade de espécies do Planeta. 

Eles proporcionam lazer, podem ser usados como meio de transporte e como fonte de renda. Não há dúvidas, portanto, de que os oceanos são fundamentais para a sobrevivência da espécie humana e de todos os seres vivos da Terra.

O oceano como fonte alimentar

Não é de hoje que a humanidade tem aproveitado os recursos vivos dos oceanos como forma de alimento. Pesquisadores afirmam que eles apresentam grande potencial para ajudar a alimentar o Mundo nas próximas décadas

Os oceanos proporcionam menor impacto no clima quando comparados com a agricultura terrestre. Além disso, não são limitado por restrições de terra e água, apesar de também necessitarem de certos cuidados. Saiba mais a seguir:

Pesca

Diversas pessoas tem a pesca, tanto de peixes, como de moluscos e crustáceos, como a única fonte de renda e a principal fonte de proteínas. Esses alimentos, em grande maioria, são ricos em vitaminas do complexo B e ômega 3.

Por causa da pesca predatória, entendida como a atividade pesqueira executada de forma desenfreada, na última década, houve uma grande diminuição dos estoques de recursos vivos do ambiente marinho.

Atualmente, para equilibrar isso, há limitação da pesca de determinadas espécies com volumes e períodos definidos no ano e, principalmente, através do desenvolvimento de técnicas de aquicultura.

No entanto, o oceano não oferece só os animais como fonte alimentar. As microalgas e cianobactérias vêm sendo amplamente estudadas e muito comercializadas ultimamente.  Entenda mais sobre no próximo tópico.

Cultivo de microalgas e cianobactérias

A FAO relata que até 2050, provavelmente, a população mundial irá aumentar em 35%. No entanto, se o nosso sistema alimentar atual não mudar, é provável que ocorra saturação do limite e não haja como suprir a necessidade de alimentos.

O mundo das microalgas e cianobactérias é uma opção para ajudar a alimentar a crescente população mundial, já que, ao contrário de outras fontes de proteína, elas não requerem terras agrícolas de alta qualidade, por exemplo.

Elas já vêm sendo utilizadas por um crescente grupo de consumidores que desejam otimizar a saúde, pois são consideradas como superalimentos, já que possuem nutrientes essenciais em quantidades diferenciadas da maioria.

Há uma enorme variedade desse grupo na Terra, mas a microalga verde chlorella e a cianobactéria spirulina são as duas mais comumente produzidas e usadas como suplementos alimentares.

oceano como fonte de alimentos: chlorella
Chlorella pyrenoidosa
oceano como fonte de alimentos: spirulina
Spirulina platensis

Chlorella

A chlorella é uma microalga conhecida pela sua incrível composição nutricional que apresenta diversas vitaminas e minerais, como vitamina B3, vitamina C, vitamina E, fósforo e potássio.

Ela contém mais clorofila do que qualquer outra espécie de planta na Terra, uma substância que auxilia o corpo a eliminar toxinas, incluindo metais pesados, pesticidas e poluentes atmosféricos.

Além disso, a chlorella também possui o Fator de Crescimento Chlorella (FCC), que muitos especialistas em saúde consideram o aspecto mais fantástico da microalga verde. 

A chlorella é versátil e você pode consumi-la em forma de , incorporada aos alimentos e receitas, ou de forma mais prática através de cápsulas ou tablets. Saiba mais sobre os benefícios da chlorella e para que serve esse superalimento aqui!

Spirulina

A spirulina é uma cianobactéria, popularmente conhecida como “alga azul” – e é ideal para quem busca uma nutrição completa e natural. Ela recebeu o título “O Melhor Alimento para o Futuro” pela ONU.

Conhecida pelo seu alto valor proteico, esse superalimento oferece conteúdo nutricional extremamente abundante, que inclui gorduras essenciais, teor excepcionalmente alto de vitamina B12, betacaroteno, ferro, cálcio e fósforo.

Há diversos estudos científicos sobre os benefícios da spirulina para ajudar a fortalecer o sistema imunológico, reduzir a fadiga física e mental e também melhorar a saúde da pele, por exemplo.

Assim como a chlorella, a spirulina pode ser consumida no formato de pó, cápsulas e tabletes. Para entender mais sobre os benefícios dessa cianobactéria poderosa, clique aqui!

Como ajudar a preservar os oceanos

A Década dos Oceanos começou no dia 8 de junho de 2020 e foi instituída pela ONU para aumentar os esforços em busca de estudos e pesquisas que aumentem o conhecimento sobre as águas que cobrem grande parte da Terra. 

Os oceanos estão nos mandando sinais de que precisamos mudar para continuar tendo seus benefícios. A quantidade de água do planeta não muda e precisa ser preservada! Conheça 10 atitudes propostas pela ONU em 2018 para contribuir com a proteção dos oceanos:

oceano como fonte alimentar: infográfico

1. Não beba água em garrafas de plástico

Todos temos o conhecimento de que beber água é importante para a saúde. No entanto, fazer isso através de garrafas de plástico não é a melhor alternativa tanto para si próprio, como para o meio ambiente – em específico para os oceanos.

Isso porque as garrafas de plástico comuns contém Bisfenol A (BPA), que é prejudicial para diversas funções do corpo. Além disso, grande parte do lixo marinho é composto por plástico, que acaba sendo confundido com comida pelos animais, podendo causar a morte.

2. Jogue bitucas de cigarro no lixo – e não na rua

A notícia que os cigarros fazem mal para a saúde não é novidade. Mas você sabia que eles também prejudicam os oceanos? Basta caminhar pela rua para ver bitucas espalhadas e, assim como o plástico, elas acabam indo parar nos oceanos também.

A bituca de cigarro parece ser inofensiva quando comparada a outros tipos de lixo, no entanto, ela é muito tóxica. Suas substâncias químicas podem matar peixes marinhos e de água doce, por exemplo. Se você fuma, ao terminar, jogue no lixo!

3. Preste atenção na origem dos frutos do mar para o consumo

Como mencionado, com a pesca desenfreada e insustentável, houve diminuição dos recursos pesqueiros. Isso é muito prejudicial para o ecossistema, pois afeta a cadeia alimentar e pode ocasionar a extinção de espécies marinhas.

Para não compactuar com esse tipo de situação, fique atento: quando você consumir frutos do mar, tenha certeza de que os peixes, moluscos, crustáceos, entre outros, são capturados ou criados de forma ambientalmente responsável!

4. Diminua a poluição com dióxido de carbono

A “acidificação” dos oceanos é um fenômeno que ameaça grande variedade de espécies de animais marinhos – e é causada pelas emissões de dióxido de carbono geradas pelo homem. Por isso, é preciso reduzir já as emissões de CO2!

A nível individual, ao invés de usar carro, você pode andar de bicicleta ou utilizar o transporte público. É recomendado diminuir o consumo geral de energia, se tiver a possibilidade, prefira a energia solar e eólica. Além disso, evite comidas processadas.

5. Evite utilitários, como copos, talheres e canudos descartáveis de plástico

Assim como as garrafas, os canudos, copos e outros materiais de plástico devem ser evitados. Isso porque a taxa média global de reciclagem do material é de 25%, ao mesmo tempo que ele demora em torno de 200 anos para se decompor.

O plástico é um dos principais problemas a serem combatidos nos oceanos. Prefira os utilitários de vidro, metal ou até mesmo plástico reciclável e reutilizável. Uma ótima opção de escolha é o “plástico inteligente” produzido com polipropileno (PP).

6. Esteja informado do que está consumindo

Os microplásticos são pequenas partículas de plástico que possuem de 1 a 5 milímetros. Esse tipo de material é um dos principais poluentes dos oceanos e, por causa do tamanho pequeno, ainda não existem maneiras de retirá-los das águas.

Os microplásticos estão presentes em alguns sabonetes corporais e faciais, cremes dentais e produtos de perfumaria. Olhe a lista de ingredientes, se tiver polipropileno, polietileno, tereftalato de polietileno ou metacrilato de polimetilo, prefira não comprar!

7. Organize um mutirão de limpeza nas praias

Atualmente essa orientação não é recomendada afim de evitar aglomerações! No entanto, em épocas fora à pandemia, é comum ver a poluição em primeira mão nas costas mais próximas de você, por meio de tampinhas e garrafas, por exemplo.

Quando todos puderem se encontrar novamente, será notório a volta de lixos nas praias. Que tal levar seus amigos para uma coleta de lixo? Lembre-se de se assegurar que o material recolhido seja descartado de uma maneira sustentável. 

8. Carregue suas compras em ecobags

Com certeza já ficou claro que o plástico é prejudicial aos oceanos, certo? Assim como as garrafas, os canudos e os copos, os sacos plásticos podem ser substituídos por sacolas retornáveis, por exemplo. Ainda, prefira as embalagens de produtos feitas de papel!

9. Cuide do seu animal doméstico com responsabilidade

Para cuidar dos oceanos, não despeje os resíduos da caixa de areia dos gatos na privada, pois eles são prejudiciais; opte por ração livre de ingredientes sem responsabilidade ambiental; evite comprar peixes capturados de ambientes silvestres. Fechado?!

10. Apoie uma organização que proteja a vida marinha

Atualmente, existem diversos institutos e organizações com a finalidade de proteger os oceanos e a vida marinha. Procure saber mais e considerar a hipótese de apoiá-las como puder: financeiramente ou como voluntário para trabalhos.

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Quer vivamos em uma zona costeira ou não, os oceanos são um ponto crítico para a nossa sobrevivência e precisamos nos preocupar com a sua preservação!

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5% dos lucros dos nossos superalimentos são destinados para apoiar projetos de proteção dos oceanos, bem como realizar ações próprias de limpeza de praia. Acreditamos que sozinhos somos uma gota, mas juntos formamos um oceano!

Caso tenha dúvidas ou sugestões, deixe nos comentários! Nossa equipe especializada está disponível para respondê-lo(a)!

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