alimentação na gravidez

A alimentação na gravidez é um assunto que gera muitas dúvidas, preocupações e ansiedade para quem está esperando uma nova vida. Mas será que tudo isso tem que ser realmente inevitável nesse momento tão especial?

Cada organismo é único e possui necessidades individuais. No entanto, há recomendações gerais que ajudam as futuras mamães a escolher o que comer para promover saúde para si e para o seu bebê.

O excesso de peso provindo de uma dieta extremamente calórica, assim como o medo de engordar e a adesão de uma dieta restritiva, podem trazer diversas consequências negativas à saúde dos dois. 

Pensando em sanar dúvidas comuns entre as mamães e deixar o período de grande alegria mais sereno, escrevemos este blog post. Fique ligado(a) na leitura! Aqui você aprenderá mais sobre:

  • Ganho de peso durante a gestação;
  • Como deve ser a alimentação na gravidez;
  • Nutrientes que merecem atenção no período gestacional;
  • Ingestão de água durante a gestação;
  • O que evitar comer na gravidez.

Ganho de peso durante a gestação

Durante a gravidez é extremamente normal e esperado que ocorram mudanças no corpo da mulher, como o aumento do peso. Este é provocado por diversos fatores, veja a seguir:

  • Presença do feto em crescimento;
  • Retenção de água;
  • Aumento do volume de sangue circulante;
  • Ganho de gordura;
  • Aumento da massa muscular do útero, etc.

Existe um guia para estimar quanto uma mulher deve aumentar de peso, de acordo com o seu IMC (Índice de Massa Corporal), que é calculado com o peso antes da gravidez dividido pela altura ao quadrado. Confira:

  • IMC menor do que 18,5 (baixo peso): 12,5 a 18 kg;
  • IMC entre 18,5 e 25 (eutrofia):  11,5 a 16 kg;
  • IMC entre 25 e 30 (sobrepeso): 7 a 11,5 kg;
  • IMC acima de 30 (obesidade): 7 kg.

Para gestações gemelares e trigemelares, a estimativa de ganho de peso muda. Algumas mulheres, no entanto, emagrecem bastante durante e após a gestação por causa dos filhos.

O acompanhamento nutricional no pré-natal é imprescindível para realizar a  avaliação do estado nutricional, e alertar sobre os cuidados específicos, de acordo com a individualidade da gestante.

Como deve ser a alimentação na gravidez

A alimentação na gestação deve ser saudável e variada. Um cardápio na gravidez com bastante frutas, vegetais, cereais, laticínios, carnes magras, preferencialmente cozidas ou grelhadas, é uma ótima opção.

É indicado que o consumo de peixe seja feito pelo menos duas vezes na semana, evitando os que podem conter maior quantidade de mercúrio, pois correm o risco de prejudicar o desenvolvimento neurológico do bebê.

Nutrientes que merecem atenção no período gestacional

Ferro

Durante a gestação, o organismo prioriza que os nutrientes cheguem primeiro ao bebê. Por isso, logo no início do pré-natal, é interessante que a mulher já esteja com os estoques bem altos de ferro para evitar a anemia.

Dificilmente esse estoque é obtido somente através da alimentação. Por isso, a suplementação do mineral na gravidez é tão importante. De acordo com o Ministério da Saúde, ela deve ser universal entre as grávidas.

Além disso, o mineral é de extrema importância para o desenvolvimento do feto. Ele ajuda a reduzir o risco de baixo peso no nascimento,  melhora a capacidade de aprendizagem da criança e a resistência às infecções.

Ácido Fólico

O ácido fólico é altamente recomendado antes e durante a gestação por diminuir o risco de malformação do sistema nervoso central do bebê. Geralmente a dose pode ser suspendida após os 3 primeiros meses.

A suplementação previne o aparecimento de complicações no tubo neural do feto, que se forma nos primeiros meses de gravidez e envolve a estrutura primitiva que dá origem ao cérebro e à medula espinhal.

Ainda, o ácido fólico também é responsável por ajudar na formação da placenta e no desenvolvimento do DNA, assim como por diminuir o risco de pré eclâmpsia durante a gestação.

Ômega 3

Segundo a Associação Brasileira de Nutrologia, se a mulher que estiver grávida ingerir uma boa quantidade de ômega 3, o bebê terá uma condição de saúde melhor. Principalmente em relação ao aparelho visual e a capacidade cognitiva.

Estudos mostraram que os filhos de mães suplementadas com ômega 3, especialmente o DHA, apresentaram melhor processamento mental, desenvolvimento psicomotor, coordenação olho-mão, além de outras funções.

Além disso, o ômega 3 é responsável por grande parte da construção da retina, sendo uma das principais gorduras estruturais dessa estrutura. Para conferir mais sobre o Ômega 3 para gestantes clique aqui!

alimentação na gravidez: nutrientes que merecem atenção

Ingestão de água durante a gestação

Todo mundo sabe que a água é importante para o bom funcionamento do corpo. No entanto, no período da gestação ela também se torna fundamental para melhorar a circulação sanguínea e a irrigação do útero e da placenta.

Além disso, ajuda a manter o líquido amniótico em níveis adequados, estabiliza a pressão arterial e elimina toxinas que aumentam o risco das perigosas infecções urinárias. A ingestão recomendada é em torno de 9 copos ao dia.

O que evitar comer na gravidez

Alguns alimentos e bebidas são proibidos no período gestacional, como, por exemplo, as bebidas alcoólicas. Elas estão diretamente associadas ao atraso do crescimento e desenvolvimento do bebê.

Ainda, o café não deve passar de uma xícara ao dia, assim como outras bebidas estimulantes, como alguns refrigerantes, o chá preto ou o chá verde, pois aumentam o risco de aborto espontâneo.

Os adoçantes artificiais que se encontram com frequência em produtos diet ou light não são seguros, por isso, o melhor é eliminá-los do cardápio durante a gravidez.

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