depressão e alimentação: capa

Você sabia que existe uma forte ligação entre depressão e alimentação? Sim, o que comemos no dia a dia não afeta apenas a nossa saúde física, mas – também – a nossa saúde mental.

É normal explicar a depressão como um desequilíbrio químico que ocorre no cérebro. No entanto, apenas dessa forma, não é possível demonstrar o quanto essa doença é complexa.

A depressão tem causas multifatoriais e a ciência tem indicado que um padrão alimentar inflamatório está associado ao maior risco do seu desenvolvimento, inclusive.

Ficou interessado e quer saber mais sobre o assunto? Continue ligado no artigo! Aqui você descobrirá como a dieta tem o poder de influenciar na depressão e muito mais. Boa leitura!

Índice

  • O que é depressão
  • Sintomas da depressão
  • Causas da depressão
  • Relação entre depressão e alimentação
  • Nutrientes e superalimentos para depressão

O que é depressão

De acordo com o Ministério da Saúde (MS), a depressão é considerada uma doença de gravidade elevada e com alta prevalência na população em geral. No Brasil, por exemplo, a predominância dela ao longo da vida está presente em cerca de 15,5% de todos habitantes do país. 

O período de surgimento mais comum da depressão é ao final da terceira década da vida, ou seja, na senescência. Porém, ela também pode se manifestar em qualquer idade, sendo mais comum em mulheres (20%) do que em homens (12%). 

Sintomas da depressão

A maioria das pessoas com depressão não aparenta estar doente. Entretanto, pacientes com sintomas mais graves podem apresentar diminuição da higiene e aumento ou perda de peso. É essencial identificar sintomas e procurar ajuda médica. Confira alguns deles, segundo o MS:

  • Humor depressivo: caracterizado pela sensação de tristeza, falta de sentimentos de prazer e alegria, autodesvalorização e culpa. A apatia e até mesmo o desejo de morte com pensamentos suicidas também podem estar presentes.
  • Falta de energia: percebida pelo excesso de preguiça ou até mesmo pelo cansaço sem motivo aparente. A mente pode ficar lenta, assim como o sistema motor, resultando em dificuldades de concentração e memória, além de falta de iniciativa.
  • Insônia ou sonolência: não conseguir cair no sono com facilidade ou acordar durante à noite e ter dificuldade para dormir novamente é comum na doença. Por sua vez, a sonolência excessiva está relacionada à chamada depressão atípica;
  • Aumento ou diminuição do apetite: como mencionado, pacientes com sintomas mais graves podem apresentar alterações de peso. Isso, além de outros fatores, está associado ao aumento de fome, com maior interesse por carboidratos e doces, ou à diminuição dela.
  • Redução do interesse sexual: o sexo está diretamente relacionado a uma forma de prazer. Como na depressão são observadas as diminuições das sensações prazerosas, também pode haver perda da procura por elas, incluindo a prática sexual.
  • Sintomas físicos: além de todos os sinais citados, é possível, ainda, pacientes depressivos apresentarem outros sintomas físicos, como mal estar, queixas digestivas, dor no peito, taquicardia e  sudorese, por exemplo.

Informação importante:

Só um médico pode realizar o diagnóstico de depressão. Os sintomas citados servem apenas para nortear a suspeita da doença, mas é preciso consultar com esse profissional de saúde capacitado para ter o resultado preciso.

Causas da depressão

Um publicação do site da Harvard Medical School indicou que a depressão não surge simplesmente por ter muito ou pouco de certas substâncias químicas no cérebro. Acredita-se que vários outros fatores interagem para causar a doença. Veja quais são eles abaixo:

Genes do humor e da depressão

Cada pessoa nasce com um determinado mapa genético, de acordo com os genes que foram herdados de seus descendentes. Além disso, ao longo da vida, diferentes tipos de genes podem ser ativados ou desativados através da exposição a fatores ambientais.

Se os genes “errarem”, podem acabar resultando em instabilidades do humor e, ainda, predispondo à depressão. Em uma pessoa que é geneticamente vulnerável à doença, qualquer estresse, por mínimo que seja, pode desequilibrar esse sistema e ocasionar os sintomas.

Eventos de vida estressantes

É extremamente comum as pessoas passarem por eventos de grande estresse ao longo da vida, como a morte de um cônjuge, a perda de um emprego, o término de um longo relacionamento, alguma forma de abuso, uma doença, entre outros.

No entanto, nem todo mundo que enfrenta esses problemas irá desenvolver um transtorno de humor. Porém, em quem já tem predisposição genética,  o estresse desempenha um papel muito importante para ocasionar os sintomas depressivos.

Uso de alguns medicamentos

Sim, um medicamento que você está usando para tratar alguma outra doença pode causar a depressão. Esteroides ou medicamentos para a pressão arterial podem oferecer efeitos colaterais depressivos. Por isso, converse com o seu médico sobre o que utiliza.

Esse profissional de saúde poderá avaliar o que fazer para não interferir no seu tratamento e não deixá-lo depressivo também, ajudando a decidir se deve utilizar um novo medicamento ou alterar apenas a dosagem, por exemplo, para não afetar o seu humor.

Presença de alguns problemas médicos

Você sabia que certas doença podem ser responsáveis pela origem de 10% a 15% de todas as depressões? Condições neurológicas degenerativas, como esclerose múltipla, doença de Parkinson, doença de Alzheimer e doença de Huntington tem essa capacidade.

Além disso, certos problemas do sistema imunológico, algumas deficiências nutricionais, incluindo a falta de vitaminas e minerais, doenças endócrinas, mononucleose, hepatite, HIV, câncer e disfunção erétil em homens também.

A causa da doença relacionando a depressão e alimentação você verá no próximo tópico!

Relação entre depressão e alimentação

Geralmente, as pessoas associam o tratamento da depressão somente com medicação e psicoterapia. No entanto, a ciência têm apontado uma grande relação entre a depressão e a alimentação, como já mencionado.

Foi o que artigo científico “Inflammatory dietary pattern and risk of depression among women”, em que o título traduzido para o português significa “Padrão alimentar inflamatório e risco de depressão entre mulheres”, apresentou como conclusão após o final de um estudo de 12 anos.

Os pesquisadores realizaram um acompanhamento com uma grande coorte de mulheres que previamente não possuíam depressão ou sintomas depressivos. Ao término, notaram que o desenvolvimento da doença estava associado, em parte, por fatores dietéticos inflamatórios.

O padrão para o aparecimento da depressão representava uma dieta relativamente rica em bebidas e alimentos inflamatórios, como refrigerantes adoçados com açúcar, grãos refinados, carnes vermelhas, refrigerantes diet e margarina, por exemplo.

Por outro lado, a dieta associada à doença também era pobre em vinho, café, azeite, vegetais de folhas verdes e amarelos. Ou seja, continha poucos alimentos que ofereciam poderes anti-inflamatórios para o organismo.

De acordo com os cientistas, mulheres com dietas inflamatórias eram de 29% a 41% mais propensas a serem deprimidas do que as que tinham uma dieta menos inflamatória. Anterior a esse estudo, haviam apenas evidências sobre a inflamação e a depressão de uma forma geral.

Nutrientes e superalimentos para depressão

Você sabe o que são superalimentos? Eles apresentam uma composição nutricional muito mais variada e rica em nutrientes e fitonutrientes que a maioria dos alimentos comuns e, por isso, levam “super” também no nome. Conheça ótimas opções deles e de nutrientes para depressão:

Maca Peruana

Essa raiz característica da cordilheira dos Andes, de nome científico Lepidium meyenii, tem sido utilizada há séculos na culinária por causa do benefício que a deixou famosa: seu poder afrodisíaco. No entanto, pelo o que os estudos relatam, ela também é benéfica para a depressão.

Um artigo científico demonstrou que mulheres no período pós-menopausa que receberam Maca tiveram redução dos sintomas depressivos e, ainda, melhora na pressão arterial diastólica. Incrível como alimentação e depressão andam juntas, não é? Saiba mais sobre a Maca aqui!

Chlorella

O superalimento do oceano, referente a uma microalga verde de água doce, recebe destaque como complemento alimentar por causa de sua rica variedade de compostos, incluindo a clorofila e o Fator de Crescimento Chlorella – único e exclusivo dela.

Sintomas somáticos e cognitivos da depressão podem apresentar melhora com o consumo de Chlorella, segundo achados de um estudo publicado na revista Complementary Therapies in Medicine. Isso aconteceria por causa dos efeitos antioxidantes que ela oferece.

Magnésio

Embora não seja um alimento de fato, o mineral, que está envolvido em mais de 300 reações metabólicas importantes no organismo, está ficando cada vez mais conhecido por causa dos efeitos positivos que seu consumo oferece para a depressão e para a ansiedade. 

Cientistas do Estudo de Saúde Hordaland sugeriram que os dados encontrados por eles indicam uma associação inversa entre a ingestão de Magnésio e os escores de depressão, estando isso também relacionado com a melhora da inflamação sistêmica através do consumo do mineral.

Ômega 3

Esse ácido graxo considerado essencial, conhecido como Ômega 3, também oferece muitos benefícios à saúde. Sua produção pelo corpo é nula e ele só pode ser consumido através da alimentação ou suplementação e, por isso, é muito recomendado por médicos e nutricionistas.

Uma diminuição profunda de Ômega 3 em gestantes está associada à maior demanda exigida pelo feto em desenvolvimento e pode precipitar a ocorrência de depressão. Um artigo científico relatou informações importantes sobre o ácido graxo e seus efeitos terapêuticos na gravidez.

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Agora você já sabe que entre a depressão e a alimentação existe uma forte ligação com possibilidades totalmente passíveis de alteração!

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É importante ressaltar que as mudanças no cardápio para a uma dieta anti-inflamatória e o uso de superalimentos não substituem a ida ao médico. Consulte com esse profissional para mais informações!

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